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O Cheerleading é um esporte completo. Poucos esportes trabalham
de forma tão intensa, além dos aspectos motores,
características como empreendedorismo,
administração financeira e de pessoas, controle
emocional, exercício da paciência e noções
hierárquicas como este esporte.
Embora o estudante Thomas Peebles, da Universidade de Pinceton, nos
Estados Unidos, tenha introduzido a idéia do uso de equipes
organizadas de torcida para dar suporte ao futebol americano, a
primeira Sideline surgiu com Johnny Campbell, da Universidade de
Minnesota, em 2 de novembro de 1898.
De lá para cá, muitas águas rolaram. Na
década de 20 (século XX) as mulheres passaram a fazer
parte das equipes de Cheerleading. Nos anos 80, filmes de Hollywood
passaram a retratar as Cheerleaders como burras e símbolos
sexuais. Embora essa imagem ainda persista, sobretudo nos países
menos desenvolvidos, o Cheerleading atual assume, cada vez mais, um
caráter atlético. Essa mudança foi retratada a
partir de 2000 com a série de filmes "Bring it on" (no Brasil,
"As Apimentadas"), ao mostrar de forma bem mais séria as
competições específicas de Cheerleading (as quais,
na verdade, já existiam nos Estados Unidos desde os anos 80).
De lá para cá, o esporte foi se espalhando por diversas
parte do mundo: Ásia, Europa, Oceania e também
América do Sul, que tem dentre alguns dos seus representantes
países como o Chile e o Equador.
Neste ano o Brasil entrou nesse circuito ao se afiliar, através
da União Brasileira de Cheerleaders, à International
Cheer Union, um dos órgãos gestores do esporte nos
Estados Unidos.
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